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Teatro em Cena


Os Sete Afluentes do Rio Ota

 

 

 

Crítica: por Anonimus

 

5 horas de peça com um intervalo de 20 minutos. Quando convidei o meu amigo pra assistir comigo, ele me chamou de doido, disse que iria dormir no meio e blá blá blá, mas aceitou o convite (claro que eu paguei).

Logo na fila para se comprar o ingresso, ele já se deparou com uma surpresa, para todos os lados víamos globais comprando seus bilhetes com os olhos brilhando de ansiedade. Simplesmente no meio da peça eu olhei o meu amigo e ele estava aos prantos (nossa que exagero!!, mas tudo bem).

Enfim, não tenho palavras para descrever a poesia da obra de Lepage. A peça é uma mistura de bomba, comédia (de muito boa qualidade), choro, dança e cinema (não necessariamente nesta ordem). Acho que posso incluir magia também nesta receita; o texto conta a história de sete personagens que se costuram de alguma forma, mas tudo é tão sutil que você acaba entrando num transe, e quando a peça termina você fica com um gostinho de quero mais (por incrível que pareça). Para se ter idéia da minuciosa produção, alguns trechos se encontram em alemão e francês com legendas ou até tradução simultânea.  Estava sentindo falta de assistir algo assim aqui no Rio. Parabéns a toda equipe que compõe a peça, desde os assistentes de palco até à Mônica Gardenberg que dirige o espetáculo. É simplesmente incrível.

 

Obs.1: Sou suspeito para falar desta peça, pois adoro peças bem produzidas...

 

 

"O teatro transcendeu ao palco as suas limitações técnicas para viajar pelo tempo e espaço; sublimou, como num toque de mágica, o distanciamento imposto pela autoridade da encenação para chegar muito perto de cada um de nós", diz Gardenberg.

 

Obs.2: Ela também é suspeita (risos)...

 

 

Sinopse:

A peça fala de perdas, sobrevivência e renascimento a partir de um episódio que marcou o mundo: a explosão da bomba atômica em Hiroshima, em 1945. A saga de Luke O´Connor e de seus filhos atravessa 50 anos de história, percorrendo diferentes partes do mundo até chegar aos dias atuais.

  

Local: Teatro do Leblon (Sala Fernanda Montenegro)

Preço: R$ 40,00

Temporada: até 1º de maio

Horário: sáb 20h / dom 19h.



Escrito por Anonimus às 12h24
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Os Adoráveis sem vergonhas

 

 

 

 

Crítica: por Anonimus

 

Ótima comédia para quem está fugindo do humor pastelão, sem clichês. Apostando na idéia baseada na peça “Ladies Night” que originou o filme “Ou tudo ou nada”, esses rapazes provocam boas risadas. O cenário está bem montadinho e retrata uma oficina montada na boêmia Lapa. O preço do ingresso vale só de se ver o ator Leandro Hassum (aquele gordinho do Zorra Total) fazendo a sua performance. Vale a pena conferir...

 

*(na verdade eu assisti a primeira montagem, não sei se o Leandro está no elenco desta nova...)

 

 

Sinopse:

 

A peça mostra, com muito humor, a saga de seis desempregados que fazem de tudo para arrumar um emprego. Como nada aparece, os seis amigos encontram uma solução: realizarão um show de strip-tease.

 

 

Onde:  Teatro Café Pequeno, Rua Ataulfo de Paiva, 269. Tel.: 2294-4480. 

Horário: 5ª, 6ª e sábado às 21h30. Domingo às 19h30.

Preço: R$ 25. 

Duração: 1h20. 

Classificação etária: 16 anos.

Temporada: Até 1º de maio.



Escrito por Anonimus às 12h01
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Terça Insana – Grandes Momentos

 

 

 

Crítica: por anônimus

 

A pioneira dos moldes sobre esquetes cômicos, Terça Insana realmente sabe divertir uma platéia. Os atores já são engraçados por si só, em cena então esbanjam alegria. Assisti a peça em São Paulo (aliás que maravilha, assisti no Next, um barzinho super aconchegante onde o povo vai pra biritar e derrepente começa o espetáculo, enfim), fui ver novamente aqui no Rio, e como senti falta deles lá em Sampa, onde todas as terças saíamos para assistir um novo espetáculo. Terça Insana é um point (quem sabe não programam-se para tornar um espetáculo com dia fixo aqui no Rio tb). Realmente estão de parabéns.

 

 

Sinopse:

 

Série de esquetes cômicos. A proposta da Terça Insana, além de trazer ao público muito humor, é variar o tema do espetáculo a cada semana, abrindo sempre espaço para criações. Sucesso absoluto em São Paulo desde 2002, a peça - que também já passou pelo Rio - volta a cidade para mais uma curta temporada.

 

 

Local: Teatro do Leblon (Sala Marília Pêra)

Preço: R$ 40,00

Temporada: até 1º de maio

Horário: sex 22h / sáb 21h / dom 20:30h.

 



Escrito por Anonimus às 14h38
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G.A.F.

  

 

Crítica: por Anonimus

 

Mais uma peça de esquetes cômicos. Muitos personagens, porém poucos engraçados. Parabéns especial à Fabiana Carla, que segura a peça até o final. André de Luca mostra sua performance em vários personagens, mas não se mostra engraçado o suficiente. É uma pena que o grupo copiou muitas idéias de outras peças já em cartaz, caindo na mesmice.

 

 

Sinopse:

 

Série de esquetes cômicos.



Escrito por Anonimus às 13h03
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O Surto

   

Crítica: por anonimus

 

Parabéns ao Grupo Os Surtados, seguindo a mesma linha da magnífica “Terça Insana” (aguardem futuro comentário da peça), o grupo apresenta esquetes engraçadíssimas sobre personalidades e situações do cotidiano. A Prof. Jezebel e a Ângela Botox estão perfeitas, parabéns ao Wendel e Rodrigo (se destacam mais do que as meninas). Sempre estão recebendo um ator convidado (geralmente alguém famoso). Poderiam sempre atualizar o espetáculo com novas esquetes, assim fidelizariam o público, que tem sede de repetir a dose de risos. 

 

 

Sinopse:

 

Série de esquetes cômicos sobre as pequenas loucuras do cotidiano.

 

 

Onde:

 

Teatro Candido Mendes: Rua Joana Angélica 63, Ipanema — 2267-7295.

 

Horário: Qui a sáb, às 21h. Dom, às 20h.

Preço: R$ 20.

Duração: 75 minutos.

Temporada: Até 13 de março. 12 anos.



Escrito por Anonimus às 15h46
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Intimidade Indecente

 

 

 

Crítica: por Anonimus

 

O texto percorrer a velhice de um casal, ao seu modo de encarar o amor, a solidão e o sexo. A performance dos atores agrava o humor da peça. É fantástica a sutileza representada na produção da peça, o tom pastel do figurino e do fundo do cenário, é quebrado pelo vermelho gritante dos objetos que entram em cena (o mais fantástico é que você nem repara esse detalhe). Eu cheguei a assisti-la ainda com Irene Ravache. Marcos Caruso e Irene (interpretação hoje de Vera Holtz) contracenam de uma forma contagiante, e o texto fala sobre um assunto tão rotineiro e envolvente, excelente para um passeio em família.

 

 

Sinopse:

 

Uma história de amor na maturidade, com suas crises, encontros e desencontros.

 

 

Onde:

 

Teatro Maison de France: Av. Presidente Antonio Carlos 58, Centro — 2533-3878.

 

Horário: Qui a sáb, às 21h. Dom, às 19h.

Duração: 90 minutos.

Preço: R$ 60 (platéia) e R$ 30 (balcão).

Temporada: Até 27 de março. 14 anos.



Escrito por Anonimus às 11h28
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A Maldição do Vale Negro

 

 

 

 

Crítica: por anonimus

 

Acho incrível como algumas peças (que considero fantásticas) entram em cartaz, e são tão pouco divulgadas. É o caso de “A Maldição do Vale Negro”. A montagem da peça está maravilhosa, os quadros narrados e o cenário de fundo esbanjam criatividade no palco. O tom sarcástico na interpretação dá um toque de paródia ao texto, não subestimando assim a inteligência do público (pois existem passagens óbvias no contexto). Camila Pitanga está ótima na personagem (apesar da pouca voz para os palcos) e Bruno Garcia está como uma luva. Eu recomendo!!!!!!!!!

 

 

Sinopse:

 

A história gira em torno de Rosalinda (nesta nova versão, interpretada pela atriz Camila Pitanga). Para salvar as finanças do seu padrinho, o conde Maurício de Belmont (Mário Borges), a jovem deixa de ser donzela e acaba se apaixonando pelo marquês D´Allençon (Bruno Garcia). Ao longo da trama, ela percebe que o conde e o mundo não são tão bons quanto pensava e que seu pai, o cigano Vassili (Leonardo Netto), está vivo e cego.

 

 

Onde:

 

Teatro Villa-Lobos - Av. Princesa Isabel, Copacabana, Rio de Janeiro - Tel. 21 2275.6695.

 

Horário: Qui a sáb, às 21h. Dom, às 20h.

Temporada: Até 13 de março (a partir de maio em São Paulo).
Preço:
R$ 20,00




Escrito por Anonimus às 00h14
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Coração Bazar

 

 

 

Crítica: por anonimus

 

Não gosto muito de monólogos, mas devo admitir que muito me emocionei com a interpretação de Regina Duarte em Coração Bazar. A peça começa desestimulada, engrena quando Regina incorpora 3 personagens (Aliás, Regina Duarte fica muito melhor em personagens, que Regina por Regina), e emociona ao decorrer com os fantásticos textos de autores como Clarisse Linspector, Vinícios de Morais, Fernando Pessoa....... Vale a pena, está demais.

 

 

Sinopse:

 

Regina Duarte utiliza-se de textos de Carlos Drummond de Andrade a Florbela Espanca para colocar em cena o monólogo Coração Bazar. Com direção de José Possi Neto, o texto vai numa costura poética através de sete personagens: uma feiticeira, uma atriz em dois momentos da vida, três mulheres que buscam sucesso na relação amorosa e uma outra mais madura.

 

 

Onde:

 

A peça saiu de cartaz antes do carnaval, estava no Teatro Sesi – RJ, deve voltar por esses dias...



Escrito por Anonimus às 13h23
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Peça - Cleópatra ?

 

Foto Publicação

 

 

Crítica: por Anonimus

 

Muita gente em cena ao mesmo tempo fazendo bagunça – acho que poderia descrever dessa forma este musical com um tema tão interessante de ser ver nos palcos, contando ainda com Claudia Ohana no elenco. A peça está com uma montagem excelente e bonita (realmente uma produção cuidadosa), é uma pena que apenas produção não enche os olhos. Com certeza a peça tem momentos interessantes (bem poucos), mas vai cansando ao decorrer e perde o fio da meada no final. Parabéns para Claudia Ohana (as pontas que ela faz como Cleópatra está excelente), a Claudia Alencar que está com seu humor fantástico e a Sandro Christopher pela atuação e excelente voz (indispensável em musicais).

 

 

Sinopse:

 

“Tudo começa quando o elenco do espetáculo “Cleópatra, a Rainha do Egito” – sucesso de público e crítica em São Paulo, está se preparando para a sua estréia no Rio. Estão a cinco dias da data marcada, quando recebem uma notícia inesperada. A partir daí, acontecem inúmeros imprevistos, sempre permeados por um tom engraçado, misturando, simultaneamente, suspense e comédia.”

 

 

Onde:

Teatro Clara Nunes - ( 321 lugares) . Shopping da Gávea, Rua Marquês de São Vicente, 52, 3 º piso, Gávea , telefone (21) 2274.9696

Estréia: 13 de Janeiro
Horário: De quinta-feira à Sábado às 21:00 / Domingo às 20:00
Duração: 100 min.
Temporada: De 13 de Janeiro até 27 de Março
Classificação: 14 anos



Escrito por Anonimus às 10h41
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Peça - Édipo Unplugged

 

 

Foto do grupo os Fudidos Privilegiados

Grupo teatral Os Fudidos Privilegiados

 

Crítica:  por Anonimus

 

Particularmente adoro peças alternativas, na minha opinião há uma valorização muito grande com textos e atenção voltada ao expectador. Édipo Unplugged é um exemplo desses, nunca vi uma montagem tão expressiva dessa tragédia grega, com uma linguagem tão acessível e detalhada, o grupo está de parabéns. A forma simples apresentada pelo elenco (não há cenário nem figurino), ganha no rico conteúdo da encenação.

 

 

Sinopse:

 

Baseada na tragédia grega "Édipo Rei". Filho dos reis Laio e Jocasta, da cidade de Tebas, Édipo passa sua vida fugindo de seu próprio destino, e se envolvendo numa trama sem fim. Sob certos aspectos, a peça pode ser considerada o primeiro texto teatral policial que se tem conhecimento, entretanto é muito mais que isso. É, talvez, a mais bela de todas as tragédias gregas e, certamente, uma das mais perfeitas de todos os tempos.

 

 

Onde:

 

Teatro Café-Pequeno - Leblon

Horário: às 5ª e 6ª às 21h, sábado às 19 e 21h, domingo às 20h.

Duração: 1h10. 

Preço: R$15.



Escrito por Anonimus às 15h28
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